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:: 25/10/2015 | Serra Catarinense

Trabalho realiza neutralização de carbono no meio ambiente

Trabalho realiza neutralização de carbono no meio ambiente

Texto:

Lages, 26/10/2015, Correio Lageano, por Silviane Mannrich

 



Há cinco anos, o projeto “Carbono Social em Rede”, desenvolvido pelo Centro Vianei de Educação Popular, em Lages, realiza por meio de agricultores familiares a compensação ambiental com o objetivo de reduzir o aquecimento global.

 


O coordenador do projeto, José Luís Carraro, explica que mil famílias atualmente participam do programa. “Elas recebem mudas de plantas e depois de plantarem precisam fazem o acompanhamento. A cada cinco árvores plantadas, estima-se que elas produzem uma tonelada de carbono”, explica Carraro.

 


Desta forma, a equipe do projeto visita as empresas e realiza estudo para saber  o quanto ela agride o meio ambiente. “Assim, elas podem fazer a compensação ambiental, o valor é de R$ 30 a tonelada de carbono, destes R$ 10 são pagos aos agricultores e o restante é destinado ao fundo para a manutenção do programa”, salienta Carraro.

 


Pelo menos 20 empresas já aderiram ao projeto em Santa Catarina. Todas as participantes recebem um selo confirmando que a empresa se preocupa com a responsabilidade social. “Essa ação também é importante para o marketing das empresas, pois, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em adquirir produtos das empresasse que se preocupam com o meio ambiente”, destaca o coordenador.

 


Áreas - As árvores são plantadas, principalmente, em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal de propriedades de pequenos agricultores familiares ou plantadas em consórcio com lavouras ou criação de animais, em Sistemas Agroflorestais (SAFs). Assim, o agricultor não sacrificará áreas produtivas de sua propriedade.

 

 

Apenas árvores nativas são utilizadas

 

 

Otacílio Costa - O projeto trabalha apenas com árvores nativas da mata atlântica e mata de araucárias. São 70 espécies. Já foram plantadas 500 mil árvores e, destas, 85 mil são araucárias.

 


Atualmente, conta com  seis viveiros, um em Otacílio Costa, um em Curitibanos, dois em São José do Cerrito e dois em Lages.

 


Todas as árvores do projeto são etiquetadas com um número de identificação, fotografadas, georreferenciadas, e disponibilizadas para adoção de pessoas físicas ou empresas ambientalmente responsáveis.

 


Educação - Crianças de várias faixas etárias, em sua maioria filhos dos agricultores da região, participam do projeto através do plantio e cuidado das mudas em um ambiente pedagógico multidisciplinar, orientado por monitores ambientais.

 


A perspectiva de educação ambiental com as crianças e com a família propicia maior envolvimento no processo, formando agricultores com características de sustentabilidade ambiental e social.

 

 

Fotos: Silviane Mannrich

 

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      Mudas são etiquetadas
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