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:: 14/11/2013 | Mundo

Idosa dá a luz a um bebê fóssil que ficou em sua barriga por 56 anos

Texto:

São Paulo, 14/11/2013, Recadonet

 

 

 

 

Uma história bizarra, mas real! A marroquina Zahra Aboitalib, de 75 anos, deu à luz a um bebê petrificado após ficar grávida por 56 anos. Embora esta história tenha aparecido na internet no começo deste mês, o fato é um pouco mais antiga do que isso.  Zahra Aboitalib ficou grávida em 1955, mas seu bebê só foi nascer 56 anos depois em 2011. Para espanto de todos, o corpo da mãe havia transformado seu filho numa espécie de pedra.

 

 

 

 

 

 

Em 1955, Zahra sentiu as dores do parto e foi levada a um hospital. Porém,  depois de ver uma mulher morrer na mesa de cirurgia durante uma cesárea, ficou com medo e fugiu aterrorizada para a sua pequena cidade – uma pequena vila nos arredores da cidade de Casablanca, em Marrocos.

 

 

 

 

 

Ela sofreu alguns dias com fortes dores. Mas depois, inexplicavelmente, parou de reclamar de dor. Ela e os familiares acreditavam num mito local do “bebê dormindo”, que pregava que um feto poderia ficar hibernando dentro da barriga da mãe por um tempo indeterminado.

 

 

 

 

Em 2011, ou seja,  56 anos depois, a mulher já com 75 anos de idade (mãe adotiva de três filhos e avó de um deles) começou a sentir as dores novamente. Já no hospital os exames detectaram a situação. Segundo o médico Taibi Quazzani,  ela havia passado por uma gravidez ectópca (onde o bebê se desenvolve fora do útero da mãe).  O corpo do neném havia se fundido com os órgãos internos de Zahra. Para se proteger da infecção a partir deste "corpo estranho", o corpo desenvolveu uma camada de material calcificado e duro em torno do bebê morto.

 

 

 

 

 

 

A cirurgia para tirar o feto calcificado foi bastante delicada, pois ao longo das décadas o feto havia se integrado com a parede abdominal de Zahra e outros os órgãos internos. Graças à tecnologia e à perícia da equipe médica, os cirurgiões responsáveis conseguiram resolver o problema.

 

 

 

 

 

Com o auxílio de tomografias e ressonâncias, eles localizaram com exatidão o local da nova cesariana. Sem esses dados, os médicos poderiam ter errado feio e causado uma hemorragia interna, matando Zahra.

 

 

 

 

Atualmente, há registros de 300 casos parecidos. O bebê dessa marroquina ganhou destaque por ter passado tanto tempo no útero.

 

 

 

 

Assista ao vídeo do documentário sobre o assunto

 

 

 

 

Fotos:Recado net/Divulgação

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