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:: 12/06/2012 | Saúde

É grande a procura pela vacina da gripe A em Lages

É grande a procura pela vacina da gripe A em Lages

Texto:

Lages, 13/06/2012,Correio Lageano

 

 

 


A vacinação contra o vírus H1N1, a Gripe A, através da rede pública de saúde, encerrou no final do mês passado. Agora, a correria é pela busca da vacina em clínicas particulares. Em Lages, apenas um local oferece o serviço, por isso, a procura é grande. Quem não se enquadra nos grupos de risco ou perdeu as datas para fazer a vacina através da rede pública, agora só tem um recurso: as clínicas particulares. De acordo com os pacientes, a vacina custa R$ 70.

 

 


Segundo funcionários do prédio onde funciona a clínica do infectologista Luiz Marcatto (única na cidade a oferecer a vacina), por volta das 7 horas da manhã de ontem a fila de pacientes já era grande.  As irmãs Maria Helena Silva, 36 anos, e Flávia Cristina Goedert, 33 anos, vieram de Otacílio Costa para trazer os filhos para serem vacinados e aproveitaram para se imunizar também.  “Na minha opinião, a coisa está mais alastrada e as autoridades não estão falando tudo. É melhor se precaver e cuidar da nossa família”, afirma Maria Helena.

 

 

 


A professora aposentada Iara Rosa dos Anjos, 54 anos, passou a manhã na fila guardando lugar para o filho, Felipe dos Anjos, 29 anos. Segundo ela, ele é asmático (faz parte do grupo de risco), entretanto não conseguiu fazer a vacina no posto de saúde pois precisava de um atestado médico sobre sua doença. O filho estava no trabalho e iria fazer a vacina mais próximo do meio-dia. “Eu ainda não decidi se vou me vacinar, não me preocupo tanto. Mas meu filho tem a saúde mais frágil e lida com muitas pessoas, tem mais chance de ser infectado”, conta.

 

 

 


Para ela, a vacina devia ser acessível, através do Sistema Único de Saúde (SUS), para toda a população. “O Governo deveria disponibilizar para todos. Acho que todo mundo corre risco e ninguém deveria pagar para se imunizar”, afirma. A gerente da Vigilância Epidemiológica de Lages, Márcia Spindola, afirma que pelo SUS, foram vacinadas cerca de 28 mil pessoas, no período de 05 de maio a 1 de junho. Agora, a vacina está disponível apenas para a segunda dose de crianças com idade entre seis meses e 2 anos.

 

 


Segundo Márcia, até ontem, foram coletados 35 exames de pacientes com suspeita,  sete tiveram resultados positivos, dois resultaram em óbitos, outros dois já evoluíram para cura e outro ainda recebe acompanhamento. Dezenove resultados foram negativos e nove ainda não foram entregues.

 


Cuidados básicos mantêm a saúde

 

 

Manter os ambientes arejados, com portas e janelas abertas para que o ar circule, além de lavar as mãos com frequência, especialmente entre as refeições, são as dicas da gerente da Vigilância Epidemiológica de Lages, Márcia Spindola, para evitar o contágio pelo vírus H1N1.
Márcia reitera que a população deve manter a tranquilidade, uma vez que os chamados grupos de risco (crianças com idade entre seis meses e 2 anos, trabalhadores da Saúde, gestantes, idosos e pacientes crônicos) já foram imunizados.

 

 


“O que leva as pessoas infectadas a óbito, geralmente é alguma outra doença crônica, como diabetes, hipertensão, problemas cardíacos, que deixam a imunidade mais baixa. Tanto é que as pessoas que tiveram H1N1 e se curaram, eram saudáveis, pegaram o vírus naquele momento mas o próprio organismo conseguiu reagir e dar a cura”, explica.

 

 

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Fotos: Núbia Garcia

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