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:: 16/05/2012 | Política

Ministro promete apoio financeiro para os fruticultores do Sul

Ministro promete apoio financeiro para os fruticultores do Sul

Texto:

Brasília, 17/05/2012, Correio Lageano

 

 

 

 

Prefeitos, deputados e senadores catarinenses, gaúchos e paranaenses pressionaram e conseguiram do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, o sinal verde para renegociar as dívidas do setor estimadas em R$ 60 milhões. A audiência que teve participação quase maciça dos prefeitos da Serra Catarinense, aconteceu nesta terça-feira (15), no gabinete do ministro. A comitiva pediu, ainda, ao ministro R$ 40 milhões para subvencionar a safra 2012/13, calculada hoje em 1,3 milhão de toneladas.

 

 


O senador Luiz Henrique (PMDB-SC) pontuou três questões fundamentais que agravam a crise no setor e prejudica principalmente Santa Catarina, o maior exportador de maçã brasileiro. Primeiro a inexistência de consórcios cooperativos para a comercialização da safra; segundo, a cobertura dos pomares com redes para evitar danos à fruta e por último a carência de plataformas para agilizar a colheita.

 

 


O presidente da Amures, Amarildo Gaio disse ser urgente estabelecer um equilíbrio na comercialização da fruta e impedir que continue a ser negociada a preço tão baixo para o produtor e tão caro para o consumidor. “Há uma distância gigantesca entre o setor produtivo e o comercial. E isso é só um dos problemas que temos de enfrentar”, ratificou Gaio.

 

 


O Brasil é o 9º maior produtor mundial de maçãs. O segmento é altamente relevante para a economia nacional na geração de empregos e renda. Dados apresentados ao ministro revelam que a agricultura da maçã proporciona 56 mil empregos diretos e 112 mil empregos indiretos. Ela cria 150 vezes mais empregos em uma mesma área do que as culturas de grãos.

 

 


A Associação Brasileira de Produtores de Maçã entregou ao ministro a “Carta de Vacaria” – com os pleitos que considera emergenciais para a categoria. Os fruticultores solicitam um plano de dois anos de carência, mais dez anos para pagamento da dívida, com taxas de juros limitadas a 6,75% ao ano para as dívidas vencidas e a vencer. Buscam também linha de crédito para capital de giro e a transferência do prazo de liquidação da Linha Especial de Crédito para comercialização da maçã dos atuais 180 dias para o mínimo de 240 dias.

 

 


Foto: Artur Hugen/Divulgação

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