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:: 04/02/2011 | Polícia

Casos de necrofilia ainda sem solução

Casos de necrofilia ainda sem solução

Texto:

São Joaquim, 05 e 06/02/2011, Correio Lageano

 

O crime de violação de várias sepulturas em cemitérios do município ficou sem solução. Pelo menos essa foi a informação repassada pelo delegado titular da Polícia Civil do município, Henrique Gonçalves.

 

Segundo ele, o inquérito policial foi concluído sem apontar os culpados pelos crimes, que podem ter sidos motivados por necrofilia (prática de relações sexuais com cadáveres) ou magia negra.

 

Ele revela que houve muita dificuldade para realizar os trabalhos de investigação, principalmente por causa da ausência de provas e testemunhas.

 

“Uma coisa é você chegar no local de um crime imediatamente, e outra é chegar horas depois da ocorrência, quando o cenário pode ter sido alterado por alguém”, compara.

 

De acordo com o delegado, o relatório final sobre as investigações foi encaminhado para o Fórum da Comarca do município ainda no ano passado. O caso está no Ministério Público. Fizemos contato com a promotora responsável, mas ela preferiu não dar entrevista por telefone.

 

Os casos de violação de sepulturas chocaram a comunidade joaquinense. Foram várias violações. O último caso foi em março do ano passado. O túmulo de um homem identificado apenas por Celimar Carvalho, teve a tampa aberta e o caixão deslocado.

 

No dia 19 de janeiro do mesmo ano foi violado o túmulo de Camila Yulka Omori, 19 anos. O criminoso carregou o defunto por cerca de quatro quilômetros e ainda cometeu ato de necrofilia.

 

O primeiro caso de violação de túmulo foi em 3 de outubro de 2009. Taize de Oliveira, falecida em julho de 2003, teve a sepultura profanada. Em dezembro, do mesmo ano, o túmulo de uma senhora também foi atacado.

 

Foto: Arquivo CL

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