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:: 11/08/2017 | Polícia

Dois homicídios foram esclarecidos pela Polícia Civil

Dois homicídios foram esclarecidos pela Polícia Civil

Texto:

Lages, 12 e 13/08/2017, Correio Lageano, por Susana Küster

 


Com a resolução desses dois crimes, a DIC passa a ter 100% de resolutividade nos homicídios dolosos e latrocínios de 2016 e 2017

 

 

A Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Lages elucidou dois crimes ocorridos no município e, com isso, conseguiu esclarecer todos os homicídios dolosos e latrocínios ocorridos no ano passado e neste ano, em Lages.

 

 

Um dos crimes ocorreu no dia 30 de janeiro deste ano, em uma distribuidora de alimentos, localizada à rua Engenheiro Paulo Ribeiro, no Bairro Bela Vista. Écio Goulart Ribeiro e Maurício Meira tentaram furtar produtos alimentícios do local e fugir com um carro da empresa, porém, João Carlos Rech, 57 anos, que era vigia, impediu o furto.

 


Ele disparou contra ambos e um dos tiros foi fatal, pois atingiu o coração de Ribeiro. O corpo dele foi carregado e deixado a alguns metros do local do crime e após meses de investigação, a DIC elucidou o homicídio.

 

 


O delegado da DIC de Lages, Sérgio Roberto de Sousa, explica que Rech não tinha antecedentes criminais e que colaborou com as investigações. Ele chegou a ser preso, mas o delegado explica que como a motivação do crime não foi legítima defesa, pois ele matou uma pessoa para proteger um patrimônio, o direito penal não o protege. “Ele deverá ser condenado por homicídio simples com uma pena que varia de seis a 20 anos de detenção, mas acredito que pegue a pena mínima”, explica.

 

 


Maurício Meira, que foi o comparsa de Ribeiro na tentativa de furto, fugiu quando o vigia flagrou os dois. Porém, foi preso pela polícia e depois de esclarecer o seu envolvimento no crime, foi solto e responderá em liberdade. “O nosso inquérito apurava apenas o homicídio.”

 

 


A arma usada para o homicídio foi dada ao vigia pelo dono da empresa, Vanderlei José Lang que, segundo o delegado, responderá pelo porte ilegal da arma. “O proprietário e o vigia estavam cuidando do local no dia do crime porque já havia acontecido outros casos semelhantes na empresa”, lembra o delegado.

 

 

Pequeno Mestre assassinou homem e depois foi morto

O outro homicídio esclarecido pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) aconteceu no dia 10 de outubro do ano passado, no Centro de Lages. A polícia descobriu que Alex Oliveira Correa, conhecido como Pequeno Mestre, matou, com uma barra de ferro que tinha um pedaço de cimento na ponta, Vanio Luiz Dias Scoz, que morreu no dia 28 de outubro em razão dos ferimentos.

 

 


De acordo com o delegado da DIC, Sérgio Roberto de Sousa, as investigações provaram que a vítima era usuária de drogas e frequentava alguns locais que o Pequeno Mestre também tinha costume de ir. Ambos se conheciam e a motivação do crime foi porque Scoz tentou separar uma briga entre o Pequeno Mestre e sua companheira, próximo a um bar no Centro de Lages, onde Scoz foi assassinado.

 

 


Como o Pequeno Mestre foi morto pela organização criminosa chamada de Primeiro Grupo Catarinense (PGC), a DIC sugeriu o arquivamento do procedimento. “As pessoas envolvidas no homicídio dele também foram presas”. O Pequeno Mestre tinha uma ficha criminal extensa, foi preso 12 vezes e, entre os seus crimes, estavam roubos, furtos, ameaças e posse de drogas.

 

 

 

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      Mauricio Meira
    • Dois homicídios foram esclarecidos pela Polícia Civil
      Écio Goulart Ribeiro 
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      Alex Oliveira Correa, conhecido como Pequeno Mestre, matou um homem, mas depois...
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