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:: 16/02/2017 | Serra Catarinense

Aguapés no Salto Caveiras prendem nos barcos e diminuem a área de pesca

Aguapés no Salto Caveiras prendem nos barcos e diminuem a área de pesca

Texto:

Lages, 17/02/2017, Correio Lageano, por Susana Küster

 

 

Presença da planta indica que a água é suja e como o esgoto das casas do local e da cidade caem no alagado, as pessoas não deveriam mais pescar e nem nadar naquelas águas

 


Apesar da presença de aguapés no alagado do Salto Caveiras indicarem que a água é suja, as pessoas continuam pescando e nadando no local. Um dos motivos para isso, pode ser porque a maioria não sabe do risco que a saúde corre se expondo àquelas águas. Além disso, o morador e comerciante Edson Küster diz que os aguapés prendem nas hélices dos barcos e diminuem a área de pesca.
O secretário do Meio Ambiente, Euclides Mecabô, conta que já foram feitas placas alertando para o risco de pescar e se banhar no Salto e afirma, que nos próximos dias, elas deverão ser colocadas.


A contaminação da água vai reduzir somente quando o Complexo Ponte Grande e Complexo Araucária estiverem prontos. Mecabô diz que o resultado da análise da água não está pronto, mas acredita que não está tão suja assim, pois “as pessoas que consomem peixe lá não passam mal e não ficam doentes”.

 

Outra providência que deverá ser tomada partirá da Seplan. O secretário da pasta, Claiton Bortoluzzi, conta que em março, será feita uma reunião que deverá ajustar o plano diretor da cidade, incluindo a região do Salto. O plano vai definir a ocupação imobiliária do local.


O vereador Chagas também está engajado no assunto, ele marcou para março uma audiência pública entre os moradores do Salto e as autoridades competentes. “É preciso fazer uma limpeza, abrir as comportas da barragem, tem muito entulho e fezes lá”.

 


O responsável pela Fatma passou a tarde toda de ontem em uma fiscalização e não foi encontrado para se posicionar.


Sugestões_ O comerciante e morador do Salto, Edson Küster vai encaminhar um projeto para o prefeito Antonio Ceron para fazer um chuveirão, parque e um piscinão para aumentar o movimento do local. O chuveirão foi feito em Tubarão e deu muito certo, virou ponto turístico. “É um investimento de no máximo R$ 30 mil, pega água da barragem e coloca um cano furado com 40 metros de comprimento e um piso de azulejo”. O piscinão seria perto da barragem e a água passaria por cima de um muro baixo. “Se quiserem tiro meu comércio daqui para fazer uma praça cheia de árvores”.
As ideias surgiram, porque ele, que tem comércio há 18 anos no Salto, conta que o movimento tem caído cada vez mais. Vendia cerca de 200 quilos de filé de peixe por semana e hoje para chegar nos 30 é difícil. “Estou pensando em sair daqui”.

 

 

Relembre

 

:

 

 

Foto: Susana Küster

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