:: Entretenimento > Reflexões
-
:: Os segredos do sucesso
Autor Desconhecido "Cultive amigos. Dimensione seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé, energia e acredite em seu imenso potencial. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, de realizações, quando conversar com alguém. Jamais viva só para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas, como esportes e leitura, por exemplo. Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior e extraia o máximo das pequenas coisas. O bom humor é contagiante: espalhe-o. Ocupe seu tempo crescendo e desenvolva sua habilidade e seu talento. Tire proveito de seus erros e amplie seus conhecimentos. Perdoe sempre! Seja grande para os aborrecimentos, nobre para a raiva e forte para vencer o medo. Torne suas obrigações atraentes. Tenha garra e determinação. Mude, opine, ame o que faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da missão cumprida. Transforme seus momentos difíceis em oportunidade. Seja criativo, busque alternativas e apresente soluções e não problemas. Veja o lado positivo das coisas e assim transformará seu otimismo em realidade. Não inveje. Admire! Seja um entusiasta do sucesso alheio como seria do seu próprio. Finalmente, ria das coisas à sua volta, de seus problemas, de seus erros, ria da vida. Começamos a ser felizes quando somos capazes de rir de nós mesmos. ". -
:: Crescimento através das perdas
Autor Judith viorts "As perdas são partes da vida. As perdas são importantes porque para crescer temos de perder, abandonar, desistir. A estrada de desenvolvimento humano é pavimentada com renuncia. Durante toda a vida crescemos desistindo. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos vínculos com pessoas muito queridas. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos sonhos, relacionamentos, desejos, expectativas. Temos de enfrentar o fato de que jamais seremos tudo que gostaríamos de ser. Que jamais teremos tudo que gostaríamos de ter. Abrimos mão de algumas ilusões mais profundas sobre nós mesmos. Por mais inteligentes que sejamos, temos de perder. Nós temos de concordar: perder é muito difícil e doloroso. Consideremos, entretanto, que só através das perdas nos tornamos seres humanos verdadeiros, plenamente desenvolvidos. Na verdade, para compreendermos a vida, as nossas vidas, precisamos analisar como enfrentamos nossas perdas. As pessoas que somos e a vida que vivemos são determinadas pela maneira de enfrentamos nossas perdas. Mas olhar para as perdas é ver como estão definitivamente ligadas ao crescimento, ao auspicioso Ganhar Perdendo, ao começo de uma vida com sabedoria. ". -
:: Ainda dá tempo!
Autor Marcia Regina Corbellini "Tive no trajeto da minha vida até agora, alguns obstáculos, algumas tristezas, algumas perdas e muitas batalhas a serem alcançadas, mas nem por isso desanimei, nem por isso desisti e quem me conhece, sabe muito bem do que eu estou falando...Sempre digo aos meus alunos e aos meus amigos, conhecidos, que sempre temos duas opções na vida: ou sou feliz ou me entrego à depressão. A psicologia me ensinou que a loucura e a sanidade têm somente uma linha que as separa, eu posso escolher entre uma e outra. Claro que de vez em quando até eu entro na minha loucura, mas mesmo assim tenho o meu equilíbrio e volto a minha sanidade, até porque se eu não enlouquecesse de vez em quando, daí sim eu ia pirar. O que o ser humano precisa é sair da zona de conforto e enfrentar os seus medos, os seus bichos... Isso tudo é normal e faz parte do nosso crescimento e do nosso desenvolvimento. Tenho que me conformar com o que a vida me apresenta sim, mas não devo e não quero me entregar a essa conformidade. Aprendi que se eu fico brava com o meu filho quando derrama o leite na sua roupa, a culpa foi minha que não fechei o seu copo direito ou dei mais do que ele poderia tomar para não derrubar, mas isso só se aprende quando se dá chance para saber o que eu estou fazendo de errado. Vivemos num turbilhão de loucuras, correrias, não dando conta de tudo o que nos propomos a dar conta. E daí quem é o culpado desse meu desequilíbrio? Sou eu que preciso rever as minhas opiniões, as minhas atitudes, os meus comportamentos ou é mais fácil eu culpar pessoas, objetos e animais pelas minhas insatisfações? Quando vou a velórios de pessoas novas que morreram com 41 anos de idade, com tudo pela frente, com uma estabilidade financeira, com esposa e filhos pequenos, me pergunto: meu bom Deus, onde foi que as pessoas se perderam ou estão se perdendo?Não ficar brava ou não julgar ou criticar, vamos ser sinceros, muitas vezes é quase que impossível, sei que é errado, mas as pessoas pedem que sejam julgadas e criticadas porque perderam o senso comum o senso do ridículo muitas vezes.Fico triste porque quando percebemos que fizemos errado, muitas vezes não dá mais tempo de corrigir ou de nos desculpar, por isso penso e você que está lendo o meu artigo agora, deve estar pensando, eu faço igual muitas vezes! Então o que devemos fazer? Devemos viver intensamente e de uma forma sadia, digo sadia porque as relações que estão sendo construídas hoje em dia fazem com que as pessoas percam as suas referências. Nada contra com quem tem os meus, os seus e os nossos filhos, mas se eu chegar nessa situação, tenho que ter o discernimento de que as crianças não têm culpa das atrapalhadas em que eu me envolvi na minha vida. que eu tenho que fazer, é dar no mínimo um lar digno a eles. Ainda dá tempo, pense, reflita e o principal, haja.". -
:: Abra a porta
Autor Desconhecido "Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras. Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia: - Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados. Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe: - Senhor, posso lhe fazer uma pergunta? - Diga soldado. - O que havia por trás da assustadora porta? - Vá e veja. O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade. O soldado admirado apenas olha seu rei que diz: - Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta. Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar? Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos? ". -
:: Memórias de um livro abandonado
Autor Maria Apolinaria Vieira da Silva "Junto a um amontoado de coisas jogadas na calçada de uma rua qualquer da cidade, lá fui eu atirado, descartado da vida de alguém que não se importou se iria chover, se o vento iria me desfolhar, ou se algum animalzinho iria urinar em mim. Sendo assim, seria eu destruído e meus ensinamentos perdidos. Penso em quantas crianças, jovens, adultos deixariam de aproveitar o que contém em minhas entrelinhas traçadas por mãos habilidosas de um mestre que o Criador permitiu que fossem usadas para que eu existisse... O que seria de mim se aquela pessoa que passava pela rua não se compadecesse e olhasse para aquele cantinho da calçada e carinhosamente me juntasse. Ganhei um abraço delicioso de quem ainda aprecia, valoriza e trata-me como mereço. Minha função: ensinar, instruir, capacitar, educar deixando um legado de conhecimentos para gerações passadas, presentes e vindouras. Sabem quem sou? Um livro: O Caçador de Palavras, de Walcyr Carrasco. Agradeço a quem me salvou!". -
:: A carroça
Autor Desconhecido "Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa? Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: - Estou ouvindo um barulho de carroça. - Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia ... Perguntei ao meu pai: Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? - Ora - respondeu meu pai. - É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. - Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: “Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...”". -
:: Alpes italianos
Autor Desconhecido "Nos alpes italianos havia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, ocorria uma festa para comemorar o sucesso da colheita. A tradição exigia que, nessa festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central. Entretanto, um dos moradores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei uma cheia de água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta”. Assim pensou e assim fez. No auge dos acontecimentos, como era de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para pegar uma porção daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do país. Contudo, ao se abrir a torneira do barril, um silêncio profundo tomou conta da multidão. Do barril saiu apenas água. Como isso aconteceu? Ocorre que todos pensaram como aquele morador: “A ausência da minha parte não fará falta”. Somos muitas vezes conduzidos a pensar: “Tantas pessoas existem no mundo que, se não fizer minha parte, não terá importância”. O que aconteceria com o mundo se todos pensassem assim?". -
:: Traumas familiares
Autor João Antonio Pagliosa Eng. Agrônomo "A vida é muito semelhante ao eco, isto é, ela sempre dará para você aquilo que você dá a ela. Se der à vida coisas ruins, negativas e destrutivas, lamentavelmente é isto que receberá. Mas, o contrário é absolutamente verdadeiro e se você crêr, realizar coisas boas, altruístas, sem se importar com as dificuldades e obstáculos, você vencerá. Nunca esqueça esta realidade: A vida nos dá aquilo que nós damos a ela. nós colhemos aquilo que semeamos. Eu me considero um homem feliz, um homem grato pelo que sou, mas nunca satisfeito. Veja o que aconteceu comigo: No último domingo estava com meu filho de sete anos e nos divertíamos á beira da piscina. Brincando na água e na maior bagunça, eu disse a ele: Joãozinho, eu gosto muito de você. Você é o meu melhor amigo. E ele me respondeu olhando fixo nos meus olhos: É, eu sei, mas as vezes você não gosta de mim, não. Eu lhe perguntei, surpreso: mas porque você acha isso? Porque está dizendo isso para mim? E meu filho, com cara de quem estava irritado, disse: lembra deste machucado? (e mostrou uma cicatriz no cotovelo esquerdo). Quando eu me machuquei aqui (e apontou a cicatriz), você não se importou comigo e disse que não era nada. Mas doeu muito, viu, e foi a mamãe que me socorreu. Não lembra disso não? Este pequeno acidente ocorrera três anos atrás. Lembrei a cena e entendi que o menino tinha toda a razão e me desculpei pela minha negligência e pela minha conduta displicente. Mas fiquei intrigado porque ele lembrava com nitidez um fato para mim era corriqueiro e sem muita importância. Isto demonstra que muitas vezes ferimos pessoas a nossa volta e não nos damos conta disso, não nos preocupamos. As crianças entendem o que ocorre a sua volta, com muito mais competência do que imaginamos e por isso precisam ser tratadas com muito amor, carinho e atenção. Há muitos anos propalo o seguinte: “o melhor presente que os pais podem dar a seus filhos é uma infância feliz”. E entendo que pais responsáveis devem dedicar o máximo de tempo possível aos seus filhos porque a convivência saudável e assídua é o fundamento para que estas crianças se transformem em cidadãos dignos, em homens e mulheres de caráter que irão transformar este mundo num lugar melhor. É uma lástima, que no geral as pessoas se deixem levar por este ritmo alucinante da vida moderna e ficam muito ausentes da vida de seus filhos. Isto precisa ser compensado de alguma forma, para evitar na criança, transtornos emocionais e traumas psicológicos que poderão comprometer a qualidade de sua vida futura. (Trecho do texto)". -
:: Metade de mim
Autor Oswaldo Montenegro "Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca. Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio. Que a música que ouço ao longe seja linda, ainda que triste. Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante. Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade. Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento. Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo. Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço, que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada. Porque metade de mim é o que penso e a outra metade é um vulcão. Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Que não seja preciso mais que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito e que o teu silêncio me fale cada vez mais porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço. Que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba e que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer, porque metade de mim é platéia e a outra metade é a canção. E que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amor, e a outra metade também.". -
:: Pássaro ou árvore
Autor Desconhecido "Há momentos na vida em que somos pássaros. Queremos voar, mas nossas asas são curtas e não nos permitem chegar além do horizonte. O que podemos está sempre aquém do que desejamos. Há momentos na vida em que temos longas asas. Podemos alçar extensos voos, mas nossos limites são determinados pelo peso das bagagens que a vida nos dá. São malas que atendem por diversos nomes: Bom senso, juízo, medo. Há os que se livram de seu peso e conseguem voar muito alto. Alguns atingem destinos fantásticos; muitos conhecem o sabor do desastre. Mas há momentos na vida em que deixamos de voar. É quando nos tornamos árvores, quando nos percebemos enraizados a terra, presos no espaço e no tempo. Não nos damos conta desta mudança, que nos tira as asas e nos empresta galhos e ramos. Apenas descobrimos que somos assim. Mas quando deixamos de procurar a luz, ou desistimos de cavar em busca de energia, paramos de crescer. Mas não há árvores assim. As árvores perseguem seu destino, que é crescer e se alimentar. Assim como há pássaros que só buscam voar. Saber o momento do voo ou o instante de se enraizar é a grande sabedoria humana. Saber viver intensamente o momento de polinizar as flores, ou o momento de deixar ao vento e a chuva que espalhem nossas sementes, eis o destino da vida. Se você é pássaro, voe em busca de seu sonho. Se você se descobriu árvore, cresça o mais alto que puder e deixe a terra cuidar de suas sementes.".



Quer um espaço com a sua cara, onde você conta novidades...

Um espaço de construção, discussão e divulgação de ideias sobre...
Neste ambiente virtual a preocupação é com o meio...



























